Em meio aos ventos escaldantes do Norte Central paranaense, emerge uma banda tão ardente quanto o clima da notável cidade de Arapongas — famosa por ter suas ruas nomeadas com nome de pássaros —, estou falando de Christophobia. Aterrissando nas chamas agressivas do Black Metal, a banda formada em 2013 cria um som cru, com influências do Punk e Thrash, acalorado por vocais ásperos, linhas de baixo vigorosas e bateria marcante.
Do latim Christos (Cristo) e phobos (aversão), o nome da banda pode evocar a ideia de ódio gratuito a todos os cristãos, no entanto, a banda se aprofunda na insatisfação por tudo aquilo que oprime e impõe regras e valores hipócritas às pessoas. A religião é apenas uma das ferramentas que o ser humano usa para injetar suas próprias crenças e seus valores morais sobre os outros. Assim, a banda aborda todas as questões que segregam e causam, de fato, o verdadeiro caos no mundo. Há críticas diretas, filosofia e experiências pessoais nas letras. Passando por várias formações no decorrer dos anos, hoje a banda se estabiliza com Renato Nascimento na bateria e vocais, João Martioro nas guitarras e vocais e Vini Cestari no baixo e vocais, três músicos com uma vasta bagagem na arte sonora.
Nós, do Discografias do Metal Negro, tivemos a honra de bater um papo com esse trio e disponibilizamos aqui para vocês a entrevista na íntegra.
1. Vocês três são músicos com uma estrada sólida na cena musical. Conte-nos sobre como a música chegou na vida de vocês e a importância que ela tem.
Vini: Meu pai sempre ouviu muita música, então cresci imerso em um caldo cultural que ia de rock clássico ao flashback. Em paralelo a isso, meu avô era um baterista de banda de baile aposentado, e me ensinou desde cedo – criança curiosa que era – os fundamentos básicos. Uma das poucas memórias de infância que tenho é meu pai chegando em casa com um jogo que mudaria minha vida: Guitar Hero 3. O jogo me fisgou para o mundo das cordas desde a primeira jogatina. Meu avô, então, me deu um violão velho, e o resto é história. Música tem sido, desde então, minha maior catarse e sublimação. Por vezes, acho mais fácil me expressar através da música do que por palavras.
Martioro: Valeu, Lúgubre. Primeiramente, obrigado pelo espaço e pela dedicação ao underground. Seu trabalho é louvável, e é uma honra estar aqui, nesse espaço, pra falar um pouco sobre música e sobre underground.
Minha história com a música é um pouco confusa. Na minha família não havia músicos próximos, minha irmã é cantora, mas desenvolveu após eu já estar no meio underground. Meus pais não têm nenhum contato com o fazer musical. Como meu pai é filho único, veio dos meus tios avós a influência da música, especialmente da música sertaneja raiz, e de um primo de segundo grau, que é um músico extraordinário de Orlândia/SP, o Dito Viola.
Nesse tempo nasce o desejo por aprender um instrumento, mas só aos 13 anos que eu consigo comprar minha primeira guitarra. Então fui me desenvolvendo aos poucos, depois veio o baixo, depois o violão de nylon; com ele o interesse pela música clássica, mas especialmente pelo samba-canção de Cartola, de Nelson Sargento, de Adoniran Barbosa, Bezerra da Silva, e em especial pelos mestres do violão 7 cordas, como o Dino 7 Cordas, Paulão 7 Cordas, Garoto e, claro, Guinha e Toninho Horta no 6 cordas.
Desde então a música tem sido parte estrutural e estruturante na minha vida, que permeia todas as minhas relações interpessoais, me aproxima de pessoas incríveis e se torna ferramenta pra tangibilizar minha arte.
Renato: Primeiramente, obrigado pelo espaço! O meu caso é parecido com o do Vini, com a influência vindo diretamente de meus pais, que gostam de rock em geral, além de minha mãe ter sido violonista, tocando nas paróquias da vida quando mais jovem, e meus pais sempre terem fomentado a vontade minha e de meus irmãos de termos uma banda, nos ajudando nos idos de 2000/2001 a termos nossos instrumentos. Eu acabei ficando com a bateria (risos), mas mais tarde meu irmão, que também integrou o Christophobia, me ensinou a tocar baixo e guitarra. Sobre a importância da música em minha vida, resumo dizendo que a música é tudo para mim.
2. Voltando ao início, como surgiu Christophobia, e qual o propósito por detrás da banda?
Vini: Não tenho propriedade para falar do surgimento da banda, já que estou nela há pouco mais de um ano, apenas. Quanto ao propósito, creio que a faixa “Ódio Perpétuo” fale por si: “Derrubamos as fajutas escaras de mentiras milenares, apostrofando lendas e jogando ao ar cinzas. Evocamos um eterno desdém a tudo qual nos é ditado, em rejeição apática e ódio perpétuo”.
Martioro: O Christophobia nasceu em meados de 2013, em Arapongas, cidade do norte do Paraná. Mas pra falar de Christophobia, inevitavelmente precisamos falar de Nephilim Horde e de Antiqua Morbus.
O Christophobia vem como uma continuidade da expressão por meio do black metal do trabalho que o Renato Nascimento e seu irmão, Diogo - exímio baixista e vocalista - vinham fazendo com o Nephilim Horde, que tinha a estética alinhada com o raw black metal. Disso nasce o Antiqua Morbus, e é aí que eu entro nessa história toda, quando nos reunimos pra montar um projeto de black metal que fosse mais limpo, mais melódico e que abordasse a mitologia suméria como tema central das letras.
Antiqua Morbus não vinga, e então o Renato apresenta a ideia de uma banda que resgata a estética das bandas primordiais do black metal, antes mesmo da segunda onda de bandas norueguesas. E aqui, as influências moldam o som da primeira demo, com composições que o Renato trouxe enquanto o Christophobia era apenas um projeto embrionário. A partir daí a primeira formação da banda é consolidada comigo na guitarra, Diogo no baixo, Renato nos vocais e Tiago Fantin na bateria. Depois a banda passa por algumas mudanças de formação, novas composições, novos registros, até chegarmos aqui, com a mais sólida e experiente formação possível. O que trazemos como espinha dorsal do Christophobia é o ódio como ferramenta, é a contestação e a inquietude, aliadas aos temas mais horríveis e demasiadamente humanos da nossa existência.
Renato: O Martioro e o Vini trouxeram todos os pontos que eu ressaltaria a respeito do Christohobia, desde seu surgimento até aqui. O adendo que eu deixo é que essa formação é incrível, e o propósito é expandir a rede de contatos e parcerias da banda. Quanto mais pessoas que gostam de música ouvirem nosso disco e/ou assistirem nossas apresentações, mais possibilidades se abrem para tocarmos em lugares novos e compartilhar nossa obscura arte.
3. Sobre o material mais recente, o álbum XIII — título que faz referência aos treze anos de banda — são 11 faixas potentes do início ao fim. Como foi o processo de composição e produção do álbum?
Vini: O álbum aborda temas sensíveis a todos os integrantes. Foi um processo intenso de catarse, que resultou em uma sonoridade crua, quase vomitada direto para as faixas. Da composição das letras à estruturação dos instrumentais, tudo leva um pedaço de nós, e reflete dor, ódio, revolta, solidão, dependência e autodestruição.
Martioro: Vini foi sucinto, expressou muito bem. Foi um processo catártico mesmo, incrivelmente rápido, e que conseguiu traduzir em forma e conteúdo muito do que sentimos e passamos em nossas caminhadas. E é a primeira vez que as composições saem do eixo em que o Renato e eu éramos mais ativos. Aqui o Vini entra e traz muitas referências legais, composições ímpares e execuções primorosas. Isso tudo faz com que o XIII soe como soa.
Renato: O Vini trouxe excelentes composições e novos ares para a banda, sem dúvida! Uma coisa que ajudou muito foi esse trabalho em equipe, as três cabeças trazendo ideias, além dos anos de estrada serem de suma importância e ressoam na maturidade do disco.
4. No cenário do Black Metal sabemos como é difícil ter qualquer visibilidade, ainda que exista uma cena sólida, muitos fãs esperam sempre o "mais do mesmo" das bandas. Como tem sido a receptividade da cena?
Vini: O Christophobia nunca se prendeu a clichês do gênero, sempre trouxe as influências mais diversas. O Renato e o Martioro são grandes compositores, e passei minha adolescência ouvindo a banda. Este disco veio para consolidar estes 13 anos de experiência e influências acumuladas, com uma adição das minhas próprias, e o que temos ouvido da cena confirma isso – um amálgama, uma quimera, que goste-se ou não, é original e genuíno.
Martioro: Essa pergunta é ótima. O que vejo são muitas bandas, e algumas incrivelmente boas em termos de performance, execução, timbres. Mas no aspecto de composição, muitas bandas me soam familiares a outras, e isso não é uma crítica, mas um apontamento pra uma escolha estética que essas bandas fazem, e tudo bem com isso. O Christophobia já nasce sem vocais viscerais, nasce da influência do punk, da simplicidade e do não virtuosismo presentes na cena regional quando a banda se forma. É, literalmente, um nadar contra a corrente desde os primórdios. Mas nisso tudo, me lembro de uma das muitas vezes que subimos ao palco do lendário Tribo’s Bar, em Maringá, e um grande amigo e influência em minha vida musical, o Gilson do Holder, me disse algo como “Cara, podem dizer o que for de vocês, mas não podem dizer que vocês não são vocês. Vocês soam únicos”. E isso, por mais pequeno que possa parecer, me trouxe uma sensação de dever cumprido. Porque o que fazemos é real, orgânico e leal a nós mesmos antes de qualquer coisa.
Renato: O João citou uma coisa que valorizo e sempre me trouxe orgulho, que é sermos nós mesmos e ter esse reconhecimento por parte de amigos e do público. A receptividade é boa, principalmente agora que temos três vocais em nossas performances. São vocais pesados, que somam muito ao nosso som, que é bem ríspido e direto.
5. Vocês tocam ao vivo, realizando shows pela região, e assim tem um contato mais próximo com o público e também com outras bandas. Como é a relação de vocês com as bandas da cena?
Vini: A cena de black metal local vive um momento de reerguimento e reestruturação, com novas bandas surgindo, e principalmente, novas parcerias e amizades. Hereticae, Sulphuratus, Infected Morchirium, Ecos Póstumos, Epicuro, e a recém-formada Necrolyst, compõem este cenário. Tem sido divertido fazer parte disso.
Martioro: Temos uma boa relação onde quer que passemos. Isso se dá muito por sermos quem somos em qualquer situação. A cena vive um momento incrível, vejo muitas bandas surgindo, muitas alianças sendo formadas. E saber que, de certa forma, fomos e somos influência pra galera mais jovem é bem gratificante. Buscamos sempre o acolhimento e o celebrar do underground em comunidade, com o fortalecimento mútuo entre as bandas independentes.
Renato: Temos uma relação boa com o cenário, na medida do possível, e no momento buscamos deixar diferenças de lado para buscar o crescimento do cenário black metal na região. Temos sorte de as bandas parceiras terem integrantes que se preocupam com suas ideologias, e o clima que paira no momento é fértil e amistoso.
6. Se impor no cenário é uma ação arriscada, pois corre-se o risco de ser boicotado ou sofrer o chamado 'linchamento virtual'. Vocês têm posicionamentos muito bem consolidados. Isso já trouxe alguma retaliação sobre vocês, seja com Christophobia ou outras bandas que vocês fazem parte?
Vini: Lembro-me de um exemplo caricato, de pouco antes de eu entrar na banda: tentaram (e conseguiram, de certa forma) boicotar um evento beneficente, que visava arrecadar ração para um lar de animais, porque o Christophobia iria tocar. Com outras bandas, por diversas vezes pessoas se levantaram e saíram do recinto. Mas, uma das funções da música extrema é causar incômodo, mesmo.
Martioro: Rapaaaaaz! Kkkkkkkkkk essa é boa. Já rolou boicote, já rolou, inclusive, uma espécie de abaixo assinado pra não tocarmos em um evento que tinha suporte da prefeitura de Arapongas, o Renato pode falar com mais detalhes sobre isso. Mas nossa arte é genuína, orgânica e feita para que pessoas se conectem e se vejam, de alguma forma, pertencentes nela. Então o incômodo, a raiva, o ódio ao que fazemos é esperado, e eu pego ele e faço uma bela caipirinha, que tomo antes de subir no palco e gritar “AVE LÚCIFER, AVE SATANÁS!”, como aprendi com meu consagrado do Amen Corner, o Paulista. Hahahahahaha!
Renato: Christophobia é um nome que eu escolhi pois incomoda. Tenho pavor de crente, de gente frustrada e que quer cagar seus dogmas para os outros, e é claro que há pessoas estúpidas por toda a parte, que acham que temos “medo” de Cristo por causa da “fobia” (phobia), palavra que deriva do grego “fobus”, que também pode significar “aversão”. Sempre temos que enfrentar alguma situação chata, e/ou até engraçada, pois pessoas estúpidas são a maioria, caso contrário o mundo seria um lugar maravilhoso de viver, o que não é (risos).
7. Sobre as influências da banda, nota-se a junção do Black Metal com uma cadência típica do Punk e mesmo do Thrash. O que vocês costumam ouvir; aliás, o que podem indicar também aos leitores?
Vini: Ultimamente, tenho ouvido mais DSBM do que qualquer outro gênero: Advent Sorrow, Funesto, Autodestrutivo, Clonazepam... Para além disso, ouço muito black metal (logicamente), death metal, doom metal, alternative metal, hardcore, grindcore, shoegaze, witch house, noise... a lista é longa, mas pode ser resumida em tudo o que é melancólico, sombrio ou odioso.
Martioro: O que mais expressamos é essa junção do black metal old school com o punk, o thrash metal inspirado por bandas como Exodus, Sodom, Destruction, mas também temos muitas bandas brasileiras, como Sarcófago, Vulcano, Amen Corner. É possível sentir um pouquinho de cada nome desse no que fazemos desde sempre.
Particularmente, eu ouço muito metal, especialmente black metal, death, thrash e doom. Mas uma parte grande do meu coração mora no samba-canção e na música popular brasileira, de forma geral. Aqui não falo sobre bossa, bossa é música construída com propósito comercial. Falo de samba-canção, de partido alto, de samba de morro, de Milton Nascimento e Lô Borges, de Toinho Melodia e Dona Inah, falo de Lenine e de Geraldo Azevedo, falo de Belchior e de João do Vale a Nando Reis. Falo de rap nacional anos 1990, com nomes como Facção Central, Racionais, Dexter, GOG. Enfim, são muitos os nomes que ajudaram e ajudam a moldar quem eu sou musical e artisticamente.
Meu conselho é: conheça tudo o que há de bom em profundidade, sem preconceitos com rótulos ou denominações.
Renato: Eu costumo dividir meu gosto musical pessoal, pois quando adolescente fui muito extremista e só ouvia metal extremo, com poucas exceções. Hoje escuto um pouco de tudo, e isso me abriu muitas portas para compor. Para o Christophobia a influência são bandas clássicas como Mayhem, Venom, Darkthrone, Bathory, Vulcano (do “Live”), Amen Corner, Black Sabbath, Sodom e Kreator (da fase Pleasure to Kill pra trás). Agora explicando o que quero dizer com “dividir meu gosto pessoal”, eu ouço coisas que me fazem sentir bem, dependendo do momento da minha vida. Então em casa eu posso ouvir hardcore melódico e samba com minha namorada, ou power metal, realmente o que der na telha. Mas confesso que fora do metal, sou muito fã de rock progressivo dos anos 70 (Genesis, Yes, Gentle Giant, Jethro Tull e etc.)
8. A sociedade sempre se encontrou mesclada à corrupção, degradação moral e decadência. Porém, apontar isto não é uma tarefa fácil já que as pessoas se deixaram alienar, até mesmo como um modo de dissociar-se da inexorável realidade a qual estamos inseridos. Para vocês, a música segue sendo a melhor forma de regurgitar isto e, inclusive, alertar as pessoas?
Vini: Sou partidário da disputa da hegemonia teorizada por Gramsci. Creio que o ponto de partida para uma mudança estrutural na sociedade passa, inevitavelmente, pela conquista dos corações e mentes da sociedade civil, e acredito que não somente a música, mas a arte de forma geral, é uma ferramenta indispensável neste processo.
Martioro: A arte tem o poder de explicar, por meio da percepção do indivíduo um contexto histórico, um recorte da realidade visto a partir da cognição do artista. Mas, todo coletivo parte do individual - e toda experiência individual pode ser coletiva. Muitas pessoas hão de se conectar com inúmeras expressões artísticas, e a música extrema pode sim ser uma via de expressão muito forte, senão para a transformação do meio, para a transformação do indivíduo que a consome.
Renato: A realidade é insuportável, eu gostaria muitas vezes de estar morto e não ter que viver nessa desgraça de sociedade e suas picuinhas mesquinhas. A música alivia feridas, assim como os benzodiazepínicos.
9. Como ouvinte e apreciador da música, qual é o ponto de vista de cada um de vocês em relação a música mundial? Vocês acreditam que com esse amplo acesso atual a música se tornará saturada, já que há muitas pessoas fazendo música praticamente todos os dias?
Vini: A música tem sido um produto industrial há muito tempo. Como todo produto, ela tende à padronização, algo perceptível mesmo nos subgêneros que costumavam ser resistência a isso – um processo que a dinâmica de redes de vídeos curtos acelera muito. Vemos cada vez mais bandas de metal com timbres genéricos, riffs iguais, mixagens iguais, temáticas vazias, como uma linha de produção industrial mesmo, esvaziada de seu sentido. Mas em resposta a isso, a resistência, ainda que menor, fica mais extrema, e é aí que mora a graça e a paixão da música extrema e da anti-música.
Martioro: Vini pontuou bem a mercadorização da música. Como tudo o que o capital toca e transforma em mercadoria, com a música, em especial música de contracultura do século XX e XXI, não está sendo diferente. Esse tipo de expressão, esvaziado de sentido pra dar lugar a um produto, nem costumo chamar de arte. O que existe, e não só no metal, mas no Hip-Hop, no samba de periferia, na música sertaneja que não se rende ao mainstream e às expressões riquíssimas regionais, como a seresta, o maracatu, o baião, o coco, o frevo, há muita arte genuína e muita arte poderosa em forma e conteúdo, em profundidade. A indústria pode ser forte, mas como disseram os Garotos Podres, “por mais rosas que os poderosos matem, jamais conseguirão deter a primavera”. E nós, que produzimos cultura underground, extrema, torta, temos muito prazer em trazer uma primavera de desgraça e caos, ainda que com rosas negras e putrefatas, mas que exalam poder e, de certa forma, vida na arte.
Renato: Faço das minhas palavras as mesmas do João e do Vini!
10. Quais são os próximos passos de Christophobia para 2026?
Vini: Pretendemos nos posicionar e nos estabelecer no cenário nacional, para além da cena local. Queremos tocar e ser conhecidos por novos públicos, em novas regiões. Novos materiais serão lançados, e novos shows serão feitos.
Martioro: Acredito que 2026 é o ano de divulgação do XIII, de formação de novas alianças, de muitos shows e de sairmos da nossa região pra conhecermos e levarmos nossa arte a outros novos e bons públicos.
Renato: Já estou preparando composições, há uma pronta, qual já apresentei para a banda. O objetivo, como falei anteriormente é abrir caminhos para que possamos levar nossa música mais adiante.
11. Considerações finais.
Vini: A música, para mim, nunca será mero entretenimento ou produto. Ouçam música extrema, expressem-se através dela, posicionem-se, sintam genuinamente. Agradeço imensamente o espaço para expor minhas visões e divulgar nosso trabalho. Nos vemos por aí!
Martioro: Agradeço novamente pelo espaço, Lúgubre. Aos que não tiveram a oportunidade de consumir o disco XIII, sugiro que o façam. É um trabalho ímpar, que carrega muito de nós, de nossas vivências e nossas realidades. Espero que seja tão apreciado por vocês quanto o é por nós, que o concebemos. Consumam arte feita por artistas independentes, que colocam suas expressões no mundo com genuinidade e honestidade. Há muito o que ouvir, ler, ver, tocar. Vivam e se deixem viver por meio da arte. Um abraço, e nos vemos por aí!
Renato: Gostaria de agradecer meus parceiros de banda, que são pessoas que gosto muito, todos que nos “deram uma chance” e ouviram ou compartilharam ou mesmo que ainda não conhece mas pretendem ouvir o trabalho, e agradecer imensamente pelo espaço concedido para podermos expressar um pouquinho de quem somos e falar sobre o Christophobia. Deixo aqui aberto nossos canais nas redes sociais a todos que queiram compartilhar ideias e estabelecer alianças. Um fraternal abraço a todos e todas!
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